Etienne Miranda abre agenda mensal na Faria Lima e opera no Hospital Israelita Albert Einstein, sem deixar Belo Horizonte
Depois de anos recebendo em Belo Horizonte pacientes de São Paulo, de outras regiões do Brasil e do exterior, o cirurgião Etienne Miranda inicia uma nova etapa da carreira: atendimentos periódicos também na capital paulista. O foco são as cirurgias de face e pescoço, como o deep plane facelift, técnica de rejuvenescimento que trabalha as camadas mais profundas da face.
Belo Horizonte segue como base
A decisão não representa uma mudança de sede. Belo Horizonte continua sendo a casa do médico e o centro principal de sua atividade profissional. São Paulo passa a funcionar como uma extensão desse trabalho, aproximando o atendimento de quem antes precisava viajar até Minas Gerais.
“Não havia interesse em simplesmente abrir mais uma agenda ou acrescentar um novo endereço”, afirma Miranda. “São Paulo só faria sentido se fosse possível preservar a forma de trabalhar que construí ao longo dos anos.”
Consultório na Faria Lima, cirurgia no Einstein
As consultas serão realizadas na Avenida Brigadeiro Faria Lima, 3900, esquina com a Avenida Juscelino Kubitschek, em uma das regiões mais centrais e acessíveis da cidade. No endereço, o médico fará consultas iniciais, planejamento cirúrgico, avaliações pré-operatórias e acompanhamento pós-operatório.
As cirurgias programadas em São Paulo serão realizadas no Hospital Israelita Albert Einstein.
A equipe de Belo Horizonte se desloca com o médico nos períodos de atendimento. Ao mesmo tempo, haverá uma estrutura local para dar suporte aos pacientes e permitir avaliação presencial diante de alguma necessidade ou eventual intercorrência. A coordenação do acompanhamento, tanto antes quanto depois da cirurgia, permanece com o próprio cirurgião.
Deep plane e cirurgia de rejuvenescimento facial
Hoje, o trabalho de Miranda é predominantemente dedicado à cirurgia de rejuvenescimento facial, especialmente aos procedimentos de face e pescoço, além das cirurgias da região dos olhos e da fronte. O deep plane facelift integra esse universo: em vez de atuar apenas na pele, a técnica reposiciona estruturas mais profundas, com o objetivo de obter um resultado natural e duradouro para o rosto e o pescoço.
Mais do que disponibilizar uma agenda em outra cidade, a intenção é reproduzir em São Paulo a maneira de trabalhar construída em Belo Horizonte: consultas cuidadosas, planejamento individualizado e acompanhamento próximo durante toda a jornada cirúrgica.
Como em qualquer cirurgia facial, a indicação do deep plane depende de avaliação individual.
É na consulta inicial que o cirurgião analisa o rosto e o pescoço, ouve as expectativas do paciente e define se a técnica é adequada ao caso, o que torna o planejamento cirúrgico uma das etapas centrais do atendimento.

Miranda em cirurgia: o planejamento individualizado será mantido nos atendimentos paulistas
Esse modelo de cuidado em etapas, que vai da primeira conversa ao acompanhamento depois da cirurgia, é o que o médico pretende manter na nova cidade, com consultas pré-operatórias e retornos pós-operatórios realizados no mesmo endereço da Faria Lima.
Agenda limitada e logística simplificada
Para os pacientes, a mudança significa menos deslocamentos em um processo que exige confiança e proximidade. Quem já fazia a viagem até Belo Horizonte poderá realizar as primeiras etapas da jornada cirúrgica na própria cidade ou a uma viagem mais curta.
Inicialmente, os atendimentos em São Paulo acontecerão aproximadamente uma vez por mês, com uma agenda deliberadamente limitada.
A capital paulista surgiu de forma natural nesse processo. Muitos pacientes da cidade e da região já viajavam a Belo Horizonte para consulta e cirurgia. Para quem vem de outros estados ou do exterior, São Paulo também pode representar uma logística mais simples, com maior disponibilidade de voos e conexões.
Um primeiro dia simbólico
O início das atividades teve significado especial para o cirurgião. O dia começou pela manhã, com a entrega de documentos no Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), e terminou com os primeiros atendimentos na Faria Lima. “De certa maneira, foi uma boa síntese do que acredito: primeiro a responsabilidade; depois, o trabalho”, resume.
A mensagem que o médico quer deixar aos pacientes cabe em uma frase: “Muda o endereço. Não muda a forma de cuidar.”





























